01/06/2012

Arredores de Cape Town - A região de Stellenbosch

Dois de nossos dias em Cape Town foram dedicados aos passeios pelos seus arredores. Nos encontramos com um casal super amigo e seus dois filhos. Diversão garantida com ótimas companias!

No primeiro dia, fomos para a região das vinícolas em Stellenboch. Sendo três adultos e três crianças (ou melhor, dois pré-adolescentes e uma criança), decidimos escolher atividades que interessassem a todos. Depois de muita pesquisa e uma reunião em SP de planejamento, fechamos nosso primeiro dia. O roteiro seria: visita à vinícola Vergelegen (excelentes vinhos, ótimo restaurante e jardins maravilhosos) com almoço, visita à vinícola Spier (bem turística, mas com duas atrações fantásticas para nossos filhos: o Cheetah Outreach e o Eagle Encounters) e, ao final, passeio pela cidade de Stellenbosch.

A Vergelegen

A vinícola fica aos pés de uma cadeia de montanhas impressionante. Ela foi fundada no século XVIII e seus prédios são um charme e cheios de história. Os jardins são uma atração à parte. Nós estavamos um pouco preocupados com o que os filhos fariam enqunato nós estivéssemos na visita à vinícola, mas isso deixou de ser um problema rapidinho! Com tantos jardins lindos a explorar, o que não faltava era diversão. As crianças super se divertiram subindo nas centenárias  árvores de cânfora, explorando o jardim de rosas, o bosque e os demais jardins.






Nós fomos à visita e à degustação. Uma van leva os visitantes do "tasting centre" (uma biblioteca antiga linda!), passando pelos vinhedos, subindo em direção ao cellar. A vista dos vinhedos e das montanhas é incrível. Chegando no cellar duas surpresas. O prédio, super moderno, com entrada pela laje superior, de onde se avista até o oceano!




Dos quatro níveis, apenas um nível (praça da colheita praça e centro de visitantes) é visível acima do solo. Os outros três níveis de trabalho (plataforma de fermentação de vinho tinto, nível do tanque principal com sala de engarrafamento e a adega dos barrís) estão enterrados 11 metros abaixo do chão em uma configuração de torre que permite o fluxo gravitacional e manuseio suave. A visita guiada foi muito interessante, principalmente em razão dessa estrutura.




Após a visita, voltamos ao tasting centre onde degustamos três variedades de tintos e três de brancos. Todos muito bons. Almoçamos no restaurante Vergelengen (leia sobre o almoço aqui). A vinícola oferece, ainda, outras opções de almoço: outro restaurante mais informal e um picnic gourmet no bosque. Depois do almoço, as crianças nos levaram para conhecer os pontos dos jardins que mais gostaram em suas explorações. Todos amaram a visita!

É obrigatório reservar a visita guiada e muito aconselhável reservar o restaurante. Separe ao menos 4 horas se quiser fazer o tour e almoçar por lá.

Cheetah Outreach

Nós acabamos nem conseguindo olhar a Spier. Ficamos tanto tempo curtindo a Vergelegen que só tivemos tempo para as atividades com as crianças!

O Cheetah Outreach foi uma decepção. O site prometia encontros com filhotes, mas os mais novos tinham 7 meses e pareciam adultos! Os filhos dos meus amigos até dispensaram o contato com as cheetahs, pois haviam feito algo parecido com filhotes em Pilanesberg. Como essa era a única oportunidade para o André, ele proseguiu com o plano e foi "passar a mão" na cheetah (bem contrariado no início). No final a experiência foi legal, mas não fantástica.




Aconselho que verifiquem antes se eles realmente tem filhotes ou que não criem grandes expectativas nos menores. Importante: eles estão de mudança para outra cidadezinha. Verifiquem o site antes de planejar a viagem. Quem sabe com a mudança eles não melhorem?

Eagle Encounters

Já o Eagle Encounters foi uma grata surpresa! Interagimos com corujas e foi super divertido. Por um extra fee, os meninos puderam segurar uma águia. Eles amaram!! E nós também!




Stellenbosch

Chegamos à cidade já depois das cinco da tarde e encontramos quase tudo fechado! Mas a cidade é muito bonitinha, cheia de lojas, cafés e restaurantes. Sentamos num café para tomar sorvete, olhamos as poucas lojas que ainda estavam abertas e partimos em direção a Cape Town. Eu quero muito voltar. A idéia é passar uma semana somente em Cape Town e na região vinícola, explorando essa cidadezinha e as demais e conhecendo outras vinícolas.


Restaurantes em Cape Town

No geral achei a comida em Cape Town de excelente qualidade e os preços muito razoáveis (comparando com SP que está com preços aburdos achei bem barato). Aqui estão os restaurantes que gostamos em Cape Town e região.

Beluga - Perto do Waterfront, com a entrada meio escondida no páteo interno de um prédio que parece um armazen. Super agradável, gente bonita e comida muito boa. O cardápio é bem eclético, tendo inclusive opções de comida japonesa. Arrisquei e pedi uma massa com ragú de springbok. Não me arrependi, estava muuuito bom. Experimentamos um vinho sulafricano bem gostoso com excelente custo benefício, o Warwick. Estavamos em 6 pessoas, sendo três adultos e três crianças. Nós bebemos uma garrafa de vinho, todos pediram apenas o prato e as crianças comeram sobremesa. Gastei menos do que gasto quando almoço no Almanara ou no América com meu filho em SP ...




Balthazar - Localizado no Waterfront, foi eleito a melhor steak house da cidade. Os cortes e a qualidade são realmente maravilhosos. Desta vez quem inovou foi meu filho que pediu um filé de Impala com fritas. Ele adorou, mas eu tive restrições. Achei a carne agradável ao paladar, mas não ao olfato. O cheiro era diferente e bem forte.



Balducci's -  Restaurante italiano também localizado no Waterfront. Fomos duas vezes. Na primeira fiquei no tradicional carbonara que estava bem gostoso. Uma dica: se você, como eu, detesta o excesso de pimenta do reino à la Estados Unidos na comida, avise antes ao garçon e peça para não colocarem no seu prato. Na segunda vez pedi uma massa a bolonhesa de carne de Kudu. Achei ainda mais gostoso que o de Springbok. Eles também tem um sushi bar e André, na priemira ida, ficou no sushi e sashimi. Já na segunda, comeu uma pizza. Experimentamos uma sobremesa típica, o malva pudding que estava gostoso. O custo aqui também foi mais barato que meus almoços no Almanara.




Sandbar (em Camps Bay) - Nosso hotel em Camps Bay não tinha restaurante, mas isso não foi um problema, já que colado ao hotel ficava o Sandsbar (e dando mais alguns passos você poderia escolher vários outros restaurantes). Na primeira manhã, por pura preguiça, fomos tomar café da manhã no lugar mais próximo. E que escolha! Croissant com salmon defumado e ovos maravilhoso, panquecas com bananas e chantilly, ou simplesmente croissants com manteiga e geléia. Tudo gostoso com serviço eficiente e simpático. Nem arriscamos outros lugares para as manhãs seguintes.



La Colombe (em Constantia Uitsig) - Em 2010 estava em 12º lugar na lista dos 50 melhores restaurantes do mundo. Localizado numa vinícola, onde ainda existe um hotel e outros dois restaurantes, o La Colombe é um excelente restaurante. Serviço impecável, cardápio primoroso. Eramos 3 adultos e 3 crianças, duas delas gourmets e a terceira um especialista em filé com pasta na manteiga. Antes de fazer a reserva nós indagamos se o chef se importaria em servir o filé com pasta para nosso especialista e a resposta foi positiva e muito simpática. E o prato foi super aprovado pelo especialista ;-). Os demais, adultos ou crianças se deliciaram com o amuse-bouche cortesia da casa, com as entradas, pratos e sobremesas. Os adultos se encarregaram de duas garrafas de vinho ... A sobremesa de peanut butter era de outro mundo! E a bandejinha de docinhos que acompanhou o café?? Com tudo isso, o preço para duas pessoas foi inferior ao que eu gastaria sozinha com uma refeição parecida em restaurante desse nível em SP. E o lugar é lindo lindo!









Vergelegen (na vinícola de mesmo nome na região de Stellenbosch) - Após a visita à vinícola Vergelegen (veja post aqui), nós almoçamos em um dos restaurantes da propriedade. Neste restaurante também, antes da reserva, indagamos sobre o prato de nosso especialista infantil e eles se prontificaram a prepará-lo. O lugar é maravilhoso, a comida estava muito boa e o vinho excelente. Nós tomamos o vinho branco flagship por um preço inacreditável! Recomendo muito a visita à vinícola e o almoço aqui.






16/02/2012

Cape Town Maravilhosa!

Ahhhh Cape Townnnn ... me apaixonei!!!


Definitivamente vou ter que mudar minha lista das top 10 cidades para poder incluí-la! Mar, montanhas, lindas vistas .... parece que estou falando do Rio? Pois é ... Cape Town lembra muito o Rio, mas a diferença visual maior está nas montanhas preservadas ... Enquanto no Rio temos as favelas em nossas cabeças, encrustadas nos morros, em Cape Town os morros fazem parte do Parque Nacional da Table Mountain. Isso não quer dizer em absoluto que não existam favelas em Cape Town. Infelizmente, são muitas as favelas, mas localizadas nos subúrbios. Amo o Rio e agora amo Cape Town! 


Vamos ao lado prático. O aeroporto é imenso, moderno, bonito (será que vamos conseguir até a Copa????? Bom, isso é assunto para outro post ...). Me senti enganada pelo taxista que peguei do aeroporto ao hotel. Paguei 400 Rands pela corrida e, quando voltei ao aeroporto cinco dias depois, de transfer privado, paguei 350 Rands ... O duro de quando você chega numa cidade pela primeira vez é saber se está sendo enganada ou não no exato momento. Enfim, melhor estudar o melhor caminho no google maps e já indicá-lo ao motorista como se fosse uma local.


Nós ficamos 5 noites e 4 dias inteiros em Cape Town. Achei pouco, precisava de mais um ou dois dias. Já explico porque. Nosso roteiro em Cape Town foi dividido em: um dia para conhecer o centro e aproveitar a praia em Camps Bay; outro dia para o Two Oceans Aquarium, Waterfront e Robben Island; mais um dia para um passeio na região de Stellenbosch visitando vinícolas, e o mais um dia para o passeio até o Cabo da Boa Esperança, com diversas paradas.


Vocês devem estar pensando que errei a descrição acima, pois cadê a Table Mountain???? Pois é ... sabe quando todo mundo diz que subir na Table Mountain depende do vento e que mesmo dias bonitos não garantem que o bondinho esteja funcionando? E que, portanto, quando o bondinho estiver aberto, mude seus planos e corra pra lá? Então, deixei de seguir o conselho no meu primeiro dia por lá e dancei ... simplesmente não consegui subir na Table Mountain!!!!!! Decepção total!!! Mas prefiro encarar como uma razão para voltar logo para Cape Town!!!


Um ponto importante no planejamento da viagem foi a escolha da localização do hotel. Todo mundo fica hospedado em hotéis localizados no Waterfront (um complexo com hotéis, shopping centers e restaurantes numa área do porto), mas com praias lindas eu achei que talvez seria melhor ficar numa das praias. Escolhi ficar em Camps Bay, a praia badalada de Cape Town. Consegui encontrar um hotel de frente para o mar com preço bom. O Place on the Bay tem studios e apartamentos de um ou dois quartos. A decoração é meio desatualizada, mas os quartos/apartamentos são ótimos e quase todos têm vista para o mar. Eu paguei por um studio e ganhei um apartamento com sala, cozinha, dois quartos e dois banheiros! Ficamos super bem acomodados e o pessoal do hotel era super simpático e atencioso.


E amamos ver o pôr do sol todos os dias, dormir com o barulho do mar e tomar o café da manhã curtindo o visual incrível!


Nos próximos posts conto como foram nossos passeios! Por enquanto vejam essas fotos do hotel e de Camps Bay. 









15/02/2012

Safáris em Zambia - em elefantes e de carro

O hotel Tongabezi não fica localizado dentro do parque nacional, mas recebe "visitas" de alguns animais. Já contei neste post aqui que cada cottage/house do hotel tem um Valet e uma das suas funções é acompanhar os hóspedes à noite caso algum hipopótamo apareça ... 


Visitantes super bem-vindos e em grande número eram os macacos vervet. No final da tarde ele lotavam as árvores e os caminhos do hotel. A ordem era não deixar o cottage aberto, pois uma vez que um macaco entra na sua casa ela nunca mais será a mesma ... sem falar nos objetos desaparecidos ...


Vejam que fofos! Muitas famílias. Impressionante como os pais protegem os filhos como nós! Ficavam abraçadinhos com os filhotes por conta de nossa presença.






O hotel incluía um game drive (como são chamados os safáris) no parque nacional. Já no caminho, na estrada, vimos um bando de elefantes. Eles pararam a estrada e ficamos uns 10min observando. Lindos!




Nesse parque nacional não existem felinos. Mas haviam muitos tipos de antílopes, como impalas (o Bambi), kudus (listras brancas pelo corpo), waterbucks (tem um círculo branco no bumbum e em volta do pescoço), além de zebras, gnus, javalis, girafas, elefantes, búfalos, macacos vervet, babuínos, crocodilos, hipos, etc. 


Esse foi nosso primeiro safári e na hora achamos bem emocionante. Depois na África do Sul fizemos safáris mais emocionantes, mas eles não tiraram o brilho do primeiro.





Agora, o safári montado em elefantes foi o máximo! De safári, na verdade, não teve nada (não demos sorte e só vimos macacos), mas a interação com os elefantes, montar num deles, passear e até entrar no Zambezi foi uma experiência incrível! Na chegada fomos recepcionados com café e chá e recebemos uma explicação sobre o lugar, os animais e o passeio. Os animais ficam na reserva particular soltos. Eles estão condicionados a dormir em determinado lugar, portanto, logo cedo (6h30!) os elefantes entretêm os visitantes e depois podem ficar soltos pela reserva. Ouvimos histórias interessantes, como a de uma elefanta que desapareceu por alguns anos e voltou assim que teve um filhote.  


Eramos oito pessoas no grupo e André sendo a única criança pode escolher primeiro em qual dos elefantes gostaria de montar. Após uma breve apresentação dos elefantes, André escolhe o que havia sido descrito como "free spirited", que mostrou-se apenas uma forma mais elegante de se referir a um elefante desobediente e faminto!! 


Devidamente acomodados no Madinda, nosso free-spirited elephant, iniciamos o passeio. Logo percebemos o espírito livre de Madinda. Ele saia da fila de elefantes e dava uma disparadinha pro lado para poder comer mais! E nós segurávamos super forte e chacoalhávamos feito loucos. E isso acontecia a cada dois minutos! Ao menos fizemos a alegria do nosso grupo que super se divertiu com as estripulias do Madinda.  Fomos até a beira do Zambezi, onde paramos para umas fotos. Depois seguimos pelo rio e ficamos com um medinho de que ele resolvesse afundar muito ... mas nada aconteceu ufa!





Na volta do passeio alimentamos os animais e pudemos ficar um tempão bem pertinho deles. Fofos! Então nos apresentaram um DVD do passeio para comprar. Mas, diferentemente do DVD do passeio de helicóptero, desta vez mostraram o filme todo e era super bem feito, com tomadas lindas e mostrando nosso grupo o tempo todo. Claro que fiquei US$ 40 mais pobre e comprei o DVD ...

09/02/2012

Victoria Falls - Livingstone Island - a grande aventura

Dando continuidade ao post sobre Victoria Falls (que você encontra aqui), vou contar sobre o passeio para a Livingstone Island.

David Livingstone foi um missionário escocês e explorador europeu da África, cujo desbravamento do interior do continente contribuiu para a sua colonização. Ele foi o primeiro europeu a colocar os olhos nas cataratas que eram conhecidas como Mosi oa Tunya e as renomeou por Victoria Falls em homenagem a sua rainha. Maiores detalhes sobre Livingstone você encontra aqui.

Livingstone aproximou-se das quedas pelo rio Zambezi levado pelo povo local em canoas. Eles remaram até uma ilha localizada mais ou menos na metade da extensão da catarata. Essa ilha hoje é conhecida como Livingstone Island. Foi na ilha que Livingstone avistou as quedas e disse a famosa "scenes so lovely must have been gazed upon by angels in their flight".

Vamos ao passeio, que é operado pelo Tongabezi, mas sai das margens do rio no hotel Royal Livingstone. Foi uma oportunidade para conhecermos esse hotel tão bonito. Você pega um barquinho a motor e segue na direção da catarata e do seu spray. Dá uma certa aflição ver que estamos indo em direção à queda d'água ...





Chegando na ilha recebemos um drink (horroroso!) local que seria afrodisíaco ... Fizemos um passeio a pé pela ilha (que é pequena) e fomos até a beira da catarata. Foi impressionante ficar em pé nas pedras na extremidade da catarata olhando lá para baixo!!! E cada arco-íris!!!



Daí veio a parte mais emocionante!!! Nadar numa piscina natural na extremidade da catarata!!! A piscina natural famosa é a Devil's Pool (veja um video aqui). É como uma piscina de borda infinita ... você mergulha nela!! Só que você só pode nadar na Devil's Pool quando a vazão da água está baixa. E em janeiro, apesar de ainda não ser a época de maior vazão (abril/maio), é perigoso demais em razão da força da água.

Eles dão uma alternativa à Devil's Pool: a Rock Pool. No início imaginei que seria um prêmio de consolação ... uma piscininha natural sem graça lá longe da borda ... ledo engano ... essa é mais perigosa que a Devil's Pool!! A Rock Pool é mais uma jacuzzi. Você não pode mergulhar, tem que entrar sentando. nela você fica sentada e uma pequena, mas forte, queda d'água pode te massagear ...

André entrou primeiro junto com um dos guias. A força da água era tal que o André tinha que ser seguro pelo guia ... ou a água poderia levá-lo! Eu entrei em seguida e fiquei sentada ao lado dele. Realmente, a força da água é impressionante. Quando fui mudar de lugar para sair nas fotos tive que me segurar forte. Fora o susto de ter sido mordida por peixinhos nos pés e tornozelo!!! hahahaha louca berrando na piscina!!!






A emoção é indescritível ... um desafio e tanto! Mas não é para qualquer um ... tem que ser do tipo corajoso ... Mas é uma experiência que ficará gravada pro resto da vida. E isso é o que importa, não é mesmo?

Depois da sessão jacuzzi com massagem na Rock Pool fomos até uma tenda armada na ilha para nosso café da manhã. Nos serviram suco, chá, café, scones com manteiga e geléia e eggs benedict ... delicioso!!!

Ouvi dizer que algumas pessoas contratam guais para levá-los a Livingstone Island por uma trilha na beira da catarata. Acho uma loucura completa, super perigoso! A experiência de nadar na piscina natural (qualquer uma delas) já é arriscada e emocionante, mas tentar chegar lá à pé, é demais ... nenhuma economia de dinheiro vale isso ... O passeio não é barato, custou US$ 70 por pessoa, mas também não é nada que vá te deixar pobre ... afinal, o mais caro é chegar lá e se hospedar ...