16 de fev. de 2012
Cape Town Maravilhosa!
Definitivamente vou ter que mudar minha lista das top 10 cidades para poder incluí-la! Mar, montanhas, lindas vistas .... parece que estou falando do Rio? Pois é ... Cape Town lembra muito o Rio, mas a diferença visual maior está nas montanhas preservadas ... Enquanto no Rio temos as favelas em nossas cabeças, encrustadas nos morros, em Cape Town os morros fazem parte do Parque Nacional da Table Mountain. Isso não quer dizer em absoluto que não existam favelas em Cape Town. Infelizmente, são muitas as favelas, mas localizadas nos subúrbios. Amo o Rio e agora amo Cape Town!
Vamos ao lado prático. O aeroporto é imenso, moderno, bonito (será que vamos conseguir até a Copa????? Bom, isso é assunto para outro post ...). Me senti enganada pelo taxista que peguei do aeroporto ao hotel. Paguei 400 Rands pela corrida e, quando voltei ao aeroporto cinco dias depois, de transfer privado, paguei 350 Rands ... O duro de quando você chega numa cidade pela primeira vez é saber se está sendo enganada ou não no exato momento. Enfim, melhor estudar o melhor caminho no google maps e já indicá-lo ao motorista como se fosse uma local.
Nós ficamos 5 noites e 4 dias inteiros em Cape Town. Achei pouco, precisava de mais um ou dois dias. Já explico porque. Nosso roteiro em Cape Town foi dividido em: um dia para conhecer o centro e aproveitar a praia em Camps Bay; outro dia para o Two Oceans Aquarium, Waterfront e Robben Island; mais um dia para um passeio na região de Stellenbosch visitando vinícolas, e o mais um dia para o passeio até o Cabo da Boa Esperança, com diversas paradas.
Vocês devem estar pensando que errei a descrição acima, pois cadê a Table Mountain???? Pois é ... sabe quando todo mundo diz que subir na Table Mountain depende do vento e que mesmo dias bonitos não garantem que o bondinho esteja funcionando? E que, portanto, quando o bondinho estiver aberto, mude seus planos e corra pra lá? Então, deixei de seguir o conselho no meu primeiro dia por lá e dancei ... simplesmente não consegui subir na Table Mountain!!!!!! Decepção total!!! Mas prefiro encarar como uma razão para voltar logo para Cape Town!!!
Um ponto importante no planejamento da viagem foi a escolha da localização do hotel. Todo mundo fica hospedado em hotéis localizados no Waterfront (um complexo com hotéis, shopping centers e restaurantes numa área do porto), mas com praias lindas eu achei que talvez seria melhor ficar numa das praias. Escolhi ficar em Camps Bay, a praia badalada de Cape Town. Consegui encontrar um hotel de frente para o mar com preço bom. O Place on the Bay tem studios e apartamentos de um ou dois quartos. A decoração é meio desatualizada, mas os quartos/apartamentos são ótimos e quase todos têm vista para o mar. Eu paguei por um studio e ganhei um apartamento com sala, cozinha, dois quartos e dois banheiros! Ficamos super bem acomodados e o pessoal do hotel era super simpático e atencioso.
E amamos ver o pôr do sol todos os dias, dormir com o barulho do mar e tomar o café da manhã curtindo o visual incrível!
Nos próximos posts conto como foram nossos passeios! Por enquanto vejam essas fotos do hotel e de Camps Bay.
4 de fev. de 2012
Zambia - uma viagem cheia de aventuras e surpreendente
O planejamento da viagem foi intenso ... horas revirando a net atrás de um hotel legal. A operadora sugeriu o Royal Livingstone, que é maravilhoso, mas achei que o custo/benefício não compensaria. Fora que é um hotel super chique e eu estava querendo uma aventura mais africana, um lodge.
Então encontrei o site do Tongabezi. E me apaixonei!! Não era um hotel barato, pelo contrário, mas oferecia uma série de passeios no preço, além de ser all-inclusive. E o Tongabezi provou ter sido a escolha perfeita. O serviço era mais que atencioso, a comida maravilhosa, o lugar lindo, os guias excelentes!
O hotel fica nas margens do Rio Zambezi, a 15 quilômetros de Victoria Falls e possui apenas 5 Cottages e 4 Houses, ou seja, lotado fica com apenas 18 hóspedes (talvez umas crianças extras). Durante nossa estada de três noites o número de hóspedes variou entre 4 e 10, tornando o atendimento mais que personalizado.
Eu escolhi nos hospedar em um dos Cottages. São todos à margem do rio, com uma varanda decorada com sofá. O Cottage em si não possui vidros. Os janelões são fechados apenas com tela contra mosquitos, o quarto é amplo com cama de casal, sofá, escrivaninha, banheiro também amplo e com janelão nos mesmos moldes. A privacidade é total, já que os janelões são voltados para o rio. As Houses são totalmente abertas, com parades apenas na lateral e nos fundos. A frente não possui nem uma partezinha de alvenaria, nem tela: apenas mosquiteiro preso como cortina. Achei que era too much e preferi um pouquinho de alvenaria e as telas do Cottage.
Para cada Cottage e House o hotel designa um Valet. Essa pessoa é a única a fazer a limpeza e a organização do Cottage, a lavar suas roupas (lavandeira está inclusa no preço e cada Cottage tem um cesto para você colocar a roupa suja) e a acompanhar os hóspedes pelo hotel após o anoitecer (já que os hipopótamos podem sair do rio e passear perto do seu Cottage ou House ... já conto!). O nosso Valet chamava Given e era super atencioso. Ele conseguiu até consertar a mala do André, que sofreu um corte de canivete ao ser desembalada daquele plástico verde da proteção ... Ele mandou costurar e ficou perfeita!
O rio Zambezi é majestoso. É o quarto maior rio da África em extensão e o maior a desaguar no Oceano Índico. Na região onde estávamos ele é super largo, com ilhas, repleto de hipopótamos e crocodilos!! Na outra margem já estamos no Zimbabwe.
A comida no hotel era excelente. O café da manhã super farto: frutas, cereais, iorgutes, sucos, pratos típicos, opções de ovos, bacon, panquecas ... No almoço eram servidos pães caseiros com alguma pasta, salada com molho delicioso, uma entrada (muitas vezes sopa, mas sempre diferentes e gostosas - e olha que eu não sou muito fã de sopas ...), prato e sobremesa (sempre sorbet de frutas feito no local). Para o jantar outros tipos de pães e pastas, a mesma salada, uma entrada e duas opções de prato, sobremesa (tortas lindas e deliciosas). Sendo all inclusive, as bebidas, mesmo alcoólicas (com pouquíssimas exceções, tipo champagne) estavam incluídas.
Antes do jantar os hóspedes se encontram numa área em volta de uma fogueira para tomar drinks e relatar as aventuras do dia.
As atividades fornecidas pelo hotel incluiam o passeio a Victoria Falls, passeios de barco no Zambezi ao amanhecer e ao anoitecer, canoagem no Zambezi, visita a vila e mercado locais, pescaria, etc. Vou contar sobre cada uma das atividades por nós escolhidas nos próximos posts!
Uma das coisas que mais me agradou no Tongabezi foi a preocupação social. O hotel cedeu uma área para a construção de uma escola que atende as crianças carentes da região (e filhos de funcionários). A escola é mantida por uma verba ínfima do governo e por doações das famílias dos donos do hotel e dos hóspedes. No site do hotel eles falam sobre a escola e encorajam os hóspedes a levarem doações para a escola. Nós fizemos isso e amamos! Levei diversas caixas de lápis de cor, pacotes de réguas, borrachas e apontadores e caixas de lápis preto. O nosso Valet, Given, nos levou até a escola para uma visita. Foi emocionante! Conhecemos a Vanessa, criadora da escola e britânica, e a outra administradora, também britânica, Beth. Elas largaram tudo na Inglaterra para se dedicar a essas crianças carentes. Algumas crianças andam 10 quilômetros, sem comer nada, para chegar na escola. Eles tem um programa de saúde também.
Para quem se interessar, clique aqui para acessar o site da escola e conhecer o projeto.
6 de set. de 2010
Charleston Place Hotel
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| foto tirada do site do hotel |
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| foto tirada do site do hotel |
Para completar, duas galerias com lojas: de Gucci e Louis Vuitton a Brookstone e Waldenbooks. Aliás, Charleston deixa muito a desejar no quesito compras e a galeria do hotel é sem dúvida uma grande adição ao comércio local.
12 de jun. de 2010
Hotel Victoria - Torino
Numa noite passei em frente ao hotel Santo Stefano a caminho do restaurante e minha amiga Marina fez questão de me mostrar o terraço no último andar do hotel. O lobby tem vão livre de uns 5 ou 6 andares. Pegamos o elevador e a vista do terraço era realmente fantástica. Avista-se a catedral e as ruínas romanas da cidade. Acho que também teria sido uma boa opção.
Mas não me arrependi da decisão. O Hotel Victoria é realmente bem localizado, numa rua de um quarteirão e sem saída, sem trânsito e barulho. Dá para caminhar facilmente até quase todas as atrações da cidade.
Fiz o check-in depois das 9 da noite e optei por pedir o jantar no quarto. A comida, ravioli ao sugo e salada caprese, era gostosa e bem apresentada. O café da manhã muito farto e gostoso era servido numa sala muito agradável voltada para o jardim.
O hotel conta com um spa que, infelizmente, não consegui conhecer. O spa não abre às segundas e fiz o check-out na terça de manhã. Bom serviço e internet grátis no quarto.
O quarto bem clássico tinha tamanho razoável, mini-bar, cama confortável e espaço para trabalho. O banheiro era grande, em mármore, confortável e com bons toiletries.
3 de jun. de 2010
Zurique
A ilustre hóspede no terraço de uma dos quartos do hotel
O hotel tem um restaurante especializado em cozinha suíça, com muitas opções de fondues e racletes. Como fiz o check in no final da tarde vindo direto do Brasil, com escala em Milão, estava bem cansada e resolvi experimentar o Swiss-Chuchi. Sentei numa mesa do lado de fora para poder observar a rua movimentada (pedestres apenas), muito embora o interior fosse mais confortável e acolhedor. Mas estando sozinha, eu prefiro movimento a tranquilidade e conforto. Experimentei um Fondue diferente. A base do fondue de queijo era aquela tradicional, mas ele também vinha com bacon e brandy de ameixa. Hummm boooommm!!!!
Aguardem os próximos posts sobre o que fazer em Zurique.
12 de jul. de 2009
Ushuaia - Hotel Los Acebos
foto tirada do site do hotel
Nosso quarto era standard, mas muito completo e confortável. Duas camas de casal, tv, frigobar (vazio), uma poltrona para leitura, uma escrivaninha, amplos armários, banheiro confortável com secador de cabelos, banheira e um secador de toalhas a gás muito prático e que secava rapidamente nossas luvas, gorros, meias, etc.
Vista do quarto ao anoitecer
21 de jun. de 2009
Amazon Ecopark
O hotel tem uma espécie de "portaria" flutuante por onde passamos alguns minutos antes do desembarque. Viajamos em outubro, época da seca, então o desembarque aconteceu em terra e não numa plataforma boiando no rio.
A "portaria" flutuante
A chegada "a seco" no hotel - na época da cheia a água chega perto dos guarda-sóis de palha.
O pacote do hotel inclui todos os passeios, que serão descritos em postagens separadas, e pensão completa. A comida era bem gostosa, mas simples, sem sofisticação. Em todas as refeições eram servidos peixes da região e opções tradicionais de pratos, sempre em sistema de buffet. A sobremesa era farta e incluia frutas da região e/ou doces preparados com elas.
A infra-estrutura de lazer é limitada a um salão de jogos, bar e piscina natural. Na verdade, não há necessidade de uma grande infra de lazer, já que os passeios ocupam praticamente o seu dia todo. Na volta, sempre davamos uma passadinha na piscina para relaxar e, depois do banho, me reunia no bar com os outros 3 hóspedes adultos brasileiros (não, o hotel não estava vazio, mas 95% dos hóspedes eram estrangeiros) para um drink pré jantar, enquanto meu filho e seu novo amiguinho carioca jogavam bilhar.
A piscina natural era uma delícia, mas tenho que admitir que tive muito preconceito ao avistá-la pela primeira vez. Imaginei que seu fundo fosse nojento, mas era de areia branquinha e fininha. A urbana aqui adorou!
Como mencionei acima, eramos apenas 6 brasileiros hospedados no hotel. Os demais eram em sua maioria franceses, suíços, canadenses, alemães e americanos. Os hóspedes são divididos em grupo e a cada grupo é atribuído um guia para toda a estadia. Nosso grupo ficou com o Artêmio (foto abaixo), filho de índios da região e excelente guia. Foi muito bom termos um grupo pequeno, pois interagimos muito bem. Fora os estrangeiros e o brasileiros, o hotel tem alguns hóspedes permanentes diferentes; vejam só:
31 de mai. de 2009
Chicago


O hotel havia sido reformado, o quarto era bem espaçoso e com decoração bonita, o lobby bem bonito e o pessoal do hotel atencioso. O exterior do prédio, construído nos anos 20, é bem interessante. Como ficamos hospedadas no final do verão (início de setembro), as diárias estavam com preços muito bons, por volta de US$ 140,00.
27 de mai. de 2009
Chá da tarde no Hotel Ritz de Londres
Primeiro você precisa acessar o site (http://www.theritzlondon.com/tea/) para fazer a reserva, que é obrigatória. O chá é servido a cada meia hora entre 11h30 e 19h30 e custa 37 libras. Como não é nada barato e super bem servido, você pode substituir uma refeição agendando o chá como um brunch, almoço ou jantar. No dia, basta colocar uma roupinha arrumadinha, pois são proibidos jeans, tênis e roupas esportivas. Homens precisam usar paletó e gravata (fico imaginando um marido colocando paletó e gravata para tomar chá com a mulher ... haja poder de persuasão). Resumindo: é programa para mulheres.
Na hora H, você escolhe entre uma variedade imensa de chás e se você, como eu, não entende nada de chás ingleses, feche os olhos, escolha e reze para gostar ... Eu escolhi o Rooisbos (acho que era isso) e estava ótimo. São servidos sanduichinhos à vontade (bem tipo all you can eat), scones quentinhos para comer com manteiga e geléia de morango maravilhosos e doces lindos e gostosos (os scone e doces sem repetição). Ah! É proibido fotografar ... a mas a gente sempre dá um jeitinho ...














