O hotel Tongabezi não fica localizado dentro do parque nacional, mas recebe "visitas" de alguns animais. Já contei neste post aqui que cada cottage/house do hotel tem um Valet e uma das suas funções é acompanhar os hóspedes à noite caso algum hipopótamo apareça ...
Visitantes super bem-vindos e em grande número eram os macacos vervet. No final da tarde ele lotavam as árvores e os caminhos do hotel. A ordem era não deixar o cottage aberto, pois uma vez que um macaco entra na sua casa ela nunca mais será a mesma ... sem falar nos objetos desaparecidos ...
Vejam que fofos! Muitas famílias. Impressionante como os pais protegem os filhos como nós! Ficavam abraçadinhos com os filhotes por conta de nossa presença.
O hotel incluía um game drive (como são chamados os safáris) no parque nacional. Já no caminho, na estrada, vimos um bando de elefantes. Eles pararam a estrada e ficamos uns 10min observando. Lindos!
Nesse parque nacional não existem felinos. Mas haviam muitos tipos de antílopes, como impalas (o Bambi), kudus (listras brancas pelo corpo), waterbucks (tem um círculo branco no bumbum e em volta do pescoço), além de zebras, gnus, javalis, girafas, elefantes, búfalos, macacos vervet, babuínos, crocodilos, hipos, etc.
Esse foi nosso primeiro safári e na hora achamos bem emocionante. Depois na África do Sul fizemos safáris mais emocionantes, mas eles não tiraram o brilho do primeiro.
Agora, o safári montado em elefantes foi o máximo! De safári, na verdade, não teve nada (não demos sorte e só vimos macacos), mas a interação com os elefantes, montar num deles, passear e até entrar no Zambezi foi uma experiência incrível! Na chegada fomos recepcionados com café e chá e recebemos uma explicação sobre o lugar, os animais e o passeio. Os animais ficam na reserva particular soltos. Eles estão condicionados a dormir em determinado lugar, portanto, logo cedo (6h30!) os elefantes entretêm os visitantes e depois podem ficar soltos pela reserva. Ouvimos histórias interessantes, como a de uma elefanta que desapareceu por alguns anos e voltou assim que teve um filhote.
Eramos oito pessoas no grupo e André sendo a única criança pode escolher primeiro em qual dos elefantes gostaria de montar. Após uma breve apresentação dos elefantes, André escolhe o que havia sido descrito como "free spirited", que mostrou-se apenas uma forma mais elegante de se referir a um elefante desobediente e faminto!!
Devidamente acomodados no Madinda, nosso free-spirited elephant, iniciamos o passeio. Logo percebemos o espírito livre de Madinda. Ele saia da fila de elefantes e dava uma disparadinha pro lado para poder comer mais! E nós segurávamos super forte e chacoalhávamos feito loucos. E isso acontecia a cada dois minutos! Ao menos fizemos a alegria do nosso grupo que super se divertiu com as estripulias do Madinda. Fomos até a beira do Zambezi, onde paramos para umas fotos. Depois seguimos pelo rio e ficamos com um medinho de que ele resolvesse afundar muito ... mas nada aconteceu ufa!
Na volta do passeio alimentamos os animais e pudemos ficar um tempão bem pertinho deles. Fofos! Então nos apresentaram um DVD do passeio para comprar. Mas, diferentemente do DVD do passeio de helicóptero, desta vez mostraram o filme todo e era super bem feito, com tomadas lindas e mostrando nosso grupo o tempo todo. Claro que fiquei US$ 40 mais pobre e comprei o DVD ...
15 de fev. de 2012
9 de fev. de 2012
Victoria Falls - Livingstone Island - a grande aventura
Dando continuidade ao post sobre Victoria Falls (que você encontra aqui), vou contar sobre o passeio para a Livingstone Island.
David Livingstone foi um missionário escocês e explorador europeu da África, cujo desbravamento do interior do continente contribuiu para a sua colonização. Ele foi o primeiro europeu a colocar os olhos nas cataratas que eram conhecidas como Mosi oa Tunya e as renomeou por Victoria Falls em homenagem a sua rainha. Maiores detalhes sobre Livingstone você encontra aqui.
Livingstone aproximou-se das quedas pelo rio Zambezi levado pelo povo local em canoas. Eles remaram até uma ilha localizada mais ou menos na metade da extensão da catarata. Essa ilha hoje é conhecida como Livingstone Island. Foi na ilha que Livingstone avistou as quedas e disse a famosa "scenes so lovely must have been gazed upon by angels in their flight".
Vamos ao passeio, que é operado pelo Tongabezi, mas sai das margens do rio no hotel Royal Livingstone. Foi uma oportunidade para conhecermos esse hotel tão bonito. Você pega um barquinho a motor e segue na direção da catarata e do seu spray. Dá uma certa aflição ver que estamos indo em direção à queda d'água ...
Chegando na ilha recebemos um drink (horroroso!) local que seria afrodisíaco ... Fizemos um passeio a pé pela ilha (que é pequena) e fomos até a beira da catarata. Foi impressionante ficar em pé nas pedras na extremidade da catarata olhando lá para baixo!!! E cada arco-íris!!!
Daí veio a parte mais emocionante!!! Nadar numa piscina natural na extremidade da catarata!!! A piscina natural famosa é a Devil's Pool (veja um video aqui). É como uma piscina de borda infinita ... você mergulha nela!! Só que você só pode nadar na Devil's Pool quando a vazão da água está baixa. E em janeiro, apesar de ainda não ser a época de maior vazão (abril/maio), é perigoso demais em razão da força da água.
Eles dão uma alternativa à Devil's Pool: a Rock Pool. No início imaginei que seria um prêmio de consolação ... uma piscininha natural sem graça lá longe da borda ... ledo engano ... essa é mais perigosa que a Devil's Pool!! A Rock Pool é mais uma jacuzzi. Você não pode mergulhar, tem que entrar sentando. nela você fica sentada e uma pequena, mas forte, queda d'água pode te massagear ...
André entrou primeiro junto com um dos guias. A força da água era tal que o André tinha que ser seguro pelo guia ... ou a água poderia levá-lo! Eu entrei em seguida e fiquei sentada ao lado dele. Realmente, a força da água é impressionante. Quando fui mudar de lugar para sair nas fotos tive que me segurar forte. Fora o susto de ter sido mordida por peixinhos nos pés e tornozelo!!! hahahaha louca berrando na piscina!!!
A emoção é indescritível ... um desafio e tanto! Mas não é para qualquer um ... tem que ser do tipo corajoso ... Mas é uma experiência que ficará gravada pro resto da vida. E isso é o que importa, não é mesmo?
Depois da sessão jacuzzi com massagem na Rock Pool fomos até uma tenda armada na ilha para nosso café da manhã. Nos serviram suco, chá, café, scones com manteiga e geléia e eggs benedict ... delicioso!!!
Ouvi dizer que algumas pessoas contratam guais para levá-los a Livingstone Island por uma trilha na beira da catarata. Acho uma loucura completa, super perigoso! A experiência de nadar na piscina natural (qualquer uma delas) já é arriscada e emocionante, mas tentar chegar lá à pé, é demais ... nenhuma economia de dinheiro vale isso ... O passeio não é barato, custou US$ 70 por pessoa, mas também não é nada que vá te deixar pobre ... afinal, o mais caro é chegar lá e se hospedar ...
David Livingstone foi um missionário escocês e explorador europeu da África, cujo desbravamento do interior do continente contribuiu para a sua colonização. Ele foi o primeiro europeu a colocar os olhos nas cataratas que eram conhecidas como Mosi oa Tunya e as renomeou por Victoria Falls em homenagem a sua rainha. Maiores detalhes sobre Livingstone você encontra aqui.
Livingstone aproximou-se das quedas pelo rio Zambezi levado pelo povo local em canoas. Eles remaram até uma ilha localizada mais ou menos na metade da extensão da catarata. Essa ilha hoje é conhecida como Livingstone Island. Foi na ilha que Livingstone avistou as quedas e disse a famosa "scenes so lovely must have been gazed upon by angels in their flight".
Vamos ao passeio, que é operado pelo Tongabezi, mas sai das margens do rio no hotel Royal Livingstone. Foi uma oportunidade para conhecermos esse hotel tão bonito. Você pega um barquinho a motor e segue na direção da catarata e do seu spray. Dá uma certa aflição ver que estamos indo em direção à queda d'água ...
Chegando na ilha recebemos um drink (horroroso!) local que seria afrodisíaco ... Fizemos um passeio a pé pela ilha (que é pequena) e fomos até a beira da catarata. Foi impressionante ficar em pé nas pedras na extremidade da catarata olhando lá para baixo!!! E cada arco-íris!!!
Daí veio a parte mais emocionante!!! Nadar numa piscina natural na extremidade da catarata!!! A piscina natural famosa é a Devil's Pool (veja um video aqui). É como uma piscina de borda infinita ... você mergulha nela!! Só que você só pode nadar na Devil's Pool quando a vazão da água está baixa. E em janeiro, apesar de ainda não ser a época de maior vazão (abril/maio), é perigoso demais em razão da força da água.
Eles dão uma alternativa à Devil's Pool: a Rock Pool. No início imaginei que seria um prêmio de consolação ... uma piscininha natural sem graça lá longe da borda ... ledo engano ... essa é mais perigosa que a Devil's Pool!! A Rock Pool é mais uma jacuzzi. Você não pode mergulhar, tem que entrar sentando. nela você fica sentada e uma pequena, mas forte, queda d'água pode te massagear ...
André entrou primeiro junto com um dos guias. A força da água era tal que o André tinha que ser seguro pelo guia ... ou a água poderia levá-lo! Eu entrei em seguida e fiquei sentada ao lado dele. Realmente, a força da água é impressionante. Quando fui mudar de lugar para sair nas fotos tive que me segurar forte. Fora o susto de ter sido mordida por peixinhos nos pés e tornozelo!!! hahahaha louca berrando na piscina!!!
A emoção é indescritível ... um desafio e tanto! Mas não é para qualquer um ... tem que ser do tipo corajoso ... Mas é uma experiência que ficará gravada pro resto da vida. E isso é o que importa, não é mesmo?
Depois da sessão jacuzzi com massagem na Rock Pool fomos até uma tenda armada na ilha para nosso café da manhã. Nos serviram suco, chá, café, scones com manteiga e geléia e eggs benedict ... delicioso!!!
Ouvi dizer que algumas pessoas contratam guais para levá-los a Livingstone Island por uma trilha na beira da catarata. Acho uma loucura completa, super perigoso! A experiência de nadar na piscina natural (qualquer uma delas) já é arriscada e emocionante, mas tentar chegar lá à pé, é demais ... nenhuma economia de dinheiro vale isso ... O passeio não é barato, custou US$ 70 por pessoa, mas também não é nada que vá te deixar pobre ... afinal, o mais caro é chegar lá e se hospedar ...
Victoria Falls sob vários ângulos
Antes do começar a relatar as aventuras relacionadas a Victoria Falls, cabe informar um pouco a ser repeito. As cataratas tem 1,7 km de extensão e em média 105m de altura. Fica localizada na fronteira entre Zambia e o Zimbabwe, no rio Zambezi. O seu nome local é Mosi-oa-Tunia, que significa "fumaça que troveja", já que você vê o spray de muito longe e escuta o barulho da água.
Esta foto aérea das cataratas abaixo dá uma boa idéia de sua magnitude e da impressionante estrutura. O rio Zambezi é calmo e extremamente largo até chegar nas cataratas, daí sua extensão. Após as quedas, ele se torna muito estreito, cheio de corredeiras (excelente para rafting) e vai "zigzagueando" entre canions por quilômetros.
Existem três maneiras de visitar as cataratas e nós fizemos as três!!! Primeiro a visita por terra. Você chega ao Parque Nacional, paga sua entrada e anda por trilhas que vão margeando o rio e as quedas. As trilhas se afastam um pouco do rio e retomam em frente às quedas. Você atravessa uma passarela e continua caminhando paralela às quedas até aproximadamente a metade da catarata. Daí o rio Zambezi continua a correr lá embaixo, já no canion. Do outro lado do canio está o Zimbabwe.
Nesses passeios das trilhas o hotel fornece pesadas capas de chuva contra o spray das quedas. Quando me falavam em spay eu imaginava um chuvisco. Na verdade, parece que você está embaixo de chuva relativamente forte. Impressionante! Sem a capa você fica completamente encharcado! Muito importante observar que não se deve fazer esse passeio de tênis ou botas (mesmo se imperméáveis), pois vão encharcar como se você tivesse entrado no rio! Lá na trilha quando você começa a sentir o spray chegando tem uma barraca onde alugam capas, guarda-chuvas e crocs por US$ 2 cada.
Nosso guia também levou um guarda-chuva para usar ao tirarmos as fotos. Não deu para usar minha Nikon D3100, e mesmo com uma Sony pequena e à prova d'água, sem estar embaixo do guarda-chuva não conseguia tirar as fotos direito por conta dos respingos na lente.
Saindo do Parque Nacional paramos no mercado que fica bem no estacionamento. Nosso guia mandou a gente barganhar e nunca pagar mais da metade do primeiro preço pedido pelos vendedores. As barracas são cheias de artesanato super legal. E mesmo antes da barganha, tudo é barato. Eu ODEIO pechinchar, ainda mais num lugar pobre, onde você percebe que eles realmente precisam vender. Pechinchei mas nem tanto. Agora, vou te dizer ... precisa de uma mega paciência para aturar as práticas dos vendedores. Eu fiquei tão irritada que poderia ter comprado o dobro do que comprei, mas saí de lá antes de matar um deles! Claro que surtei ... depois de barganhar, fechar o preço, dar o dinheiro, o cara nem me dava o que comprei nem o troco! Ficava falando: ao invés do troco leva mais esse elefante! Dianto do não, ele replicava "então esse elefante, essa girafa e esse pratinho". Lá pelas tantas eu dei um berro "NO!! I want by things and my change NOW! hahahaha ... a cara deles ... não deve ir muita paulistana estressada comprar por lá ... Na cidade tem outro mercado bem mais light, onde me diverti mais e comprei mais no dia seguinte. Vale a pena comprar o artesanato que é bem bonito. Comprei cestas, bichos em madeira, "bonecas" em madeira e tecidos.
Voltando a Victoria Falls, o próximo passeio foi o vôo de helicoptero sobre as cataratas. Eu optei pelo passeio de 15 minutos que sobrevoava as cataratas duas vezes (assim você tem uma visão de tudo, independentemente do lado que tenha sentado), e percorria uma parte do Zambezi rio acima e o parque nacional Zambezi (onde você faz safari).
Esse passeio é conhecido como o "Flight of the Angels". O explorador escocês David Livingstone ao avistar as cataratas pela primeira vez teria disso "scenes so lovely must have been gazed upon by angels in their flights". Mais sobre Livingstone você encontra neste post aqui.
Usamos a United Air Charter e o helicoptero era novo e excelente. O André foi sentado na frente junto com a piloto e eu fui atrás com outras duas pessoas (na janelinha, é claro!). Nunca tinha andado de helicoptero e achei super seguro e tranquilo. O visual é impressionante, principalmente do zigzag dos canions após a queda d'água. Eu diria que esse passeio é obrigatório para se ter uma real noção da magnitude da catarata.
Ao final do passeio eles oferecem um vídeo do seu voo. Como tinha uma câmera dentro do helicóptero e eles mostraram uns segundos do filme onde o André aparecia super bem, acabei comprando (US$ 30). Quand0 fomos assistir em casa vimos que eles nos filmaram chegando e entrando no helicóptero, só aqueles segundos do André e o resto era um vídeo pronto do passeio. O vídeo é bom, mas como eu esperava o nosso voo e não um voo qualquer, fiquei um pouco decepcionada.
Vou deixar a terceira forma de visitar as cataratas para outro post. Este acabou ficando muito grande! E a Livingstone Island merece um post detalhado!
Esta foto aérea das cataratas abaixo dá uma boa idéia de sua magnitude e da impressionante estrutura. O rio Zambezi é calmo e extremamente largo até chegar nas cataratas, daí sua extensão. Após as quedas, ele se torna muito estreito, cheio de corredeiras (excelente para rafting) e vai "zigzagueando" entre canions por quilômetros.
| vejam no canto esquerdo o início do canion |
Nesses passeios das trilhas o hotel fornece pesadas capas de chuva contra o spray das quedas. Quando me falavam em spay eu imaginava um chuvisco. Na verdade, parece que você está embaixo de chuva relativamente forte. Impressionante! Sem a capa você fica completamente encharcado! Muito importante observar que não se deve fazer esse passeio de tênis ou botas (mesmo se imperméáveis), pois vão encharcar como se você tivesse entrado no rio! Lá na trilha quando você começa a sentir o spray chegando tem uma barraca onde alugam capas, guarda-chuvas e crocs por US$ 2 cada.
Nosso guia também levou um guarda-chuva para usar ao tirarmos as fotos. Não deu para usar minha Nikon D3100, e mesmo com uma Sony pequena e à prova d'água, sem estar embaixo do guarda-chuva não conseguia tirar as fotos direito por conta dos respingos na lente.
Saindo do Parque Nacional paramos no mercado que fica bem no estacionamento. Nosso guia mandou a gente barganhar e nunca pagar mais da metade do primeiro preço pedido pelos vendedores. As barracas são cheias de artesanato super legal. E mesmo antes da barganha, tudo é barato. Eu ODEIO pechinchar, ainda mais num lugar pobre, onde você percebe que eles realmente precisam vender. Pechinchei mas nem tanto. Agora, vou te dizer ... precisa de uma mega paciência para aturar as práticas dos vendedores. Eu fiquei tão irritada que poderia ter comprado o dobro do que comprei, mas saí de lá antes de matar um deles! Claro que surtei ... depois de barganhar, fechar o preço, dar o dinheiro, o cara nem me dava o que comprei nem o troco! Ficava falando: ao invés do troco leva mais esse elefante! Dianto do não, ele replicava "então esse elefante, essa girafa e esse pratinho". Lá pelas tantas eu dei um berro "NO!! I want by things and my change NOW! hahahaha ... a cara deles ... não deve ir muita paulistana estressada comprar por lá ... Na cidade tem outro mercado bem mais light, onde me diverti mais e comprei mais no dia seguinte. Vale a pena comprar o artesanato que é bem bonito. Comprei cestas, bichos em madeira, "bonecas" em madeira e tecidos.
Voltando a Victoria Falls, o próximo passeio foi o vôo de helicoptero sobre as cataratas. Eu optei pelo passeio de 15 minutos que sobrevoava as cataratas duas vezes (assim você tem uma visão de tudo, independentemente do lado que tenha sentado), e percorria uma parte do Zambezi rio acima e o parque nacional Zambezi (onde você faz safari).
Esse passeio é conhecido como o "Flight of the Angels". O explorador escocês David Livingstone ao avistar as cataratas pela primeira vez teria disso "scenes so lovely must have been gazed upon by angels in their flights". Mais sobre Livingstone você encontra neste post aqui.
Usamos a United Air Charter e o helicoptero era novo e excelente. O André foi sentado na frente junto com a piloto e eu fui atrás com outras duas pessoas (na janelinha, é claro!). Nunca tinha andado de helicoptero e achei super seguro e tranquilo. O visual é impressionante, principalmente do zigzag dos canions após a queda d'água. Eu diria que esse passeio é obrigatório para se ter uma real noção da magnitude da catarata.
Ao final do passeio eles oferecem um vídeo do seu voo. Como tinha uma câmera dentro do helicóptero e eles mostraram uns segundos do filme onde o André aparecia super bem, acabei comprando (US$ 30). Quand0 fomos assistir em casa vimos que eles nos filmaram chegando e entrando no helicóptero, só aqueles segundos do André e o resto era um vídeo pronto do passeio. O vídeo é bom, mas como eu esperava o nosso voo e não um voo qualquer, fiquei um pouco decepcionada.
Vou deixar a terceira forma de visitar as cataratas para outro post. Este acabou ficando muito grande! E a Livingstone Island merece um post detalhado!
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